segunda-feira, 25 de julho de 2016

Festival Gastronômico de Carrancas MG

A pequena Carrancas é uma cidadezinha do sul de Minas repleta de lindas paisagens. São muitas as opções de passeios. Alguns trajetos existem mais preparo físico, outros são de acesso facílimo!

Mais dicas: ://encantosprair.blogspot.com.br/2013/06/carrancas-mg.html



São muitas as pousadas, tanto rurais quanto urbanas. Tem pra todos os gostos. Eu me hospedei da Pousada Carrancas, simples, bom preço e localizada bem na praça principal. (35) 3327 1040. Eles também alugam casas. 
Casa para alugar por temporada: 99828 0564
Casa rústica deliciosa de dois ou um quarto com vista pra mata: 35 99229 3657
Casa quatro quartos: 35 99828-0564

Em julho é realizado o Festival Gastronômico e Cultural. São instaladas barracas na praça onde os restaurantes oferecem diferentes pratos maravilhosos. O preço é razoável, em média 7 a 10 reais o prato. Além das comidas, ocorrem muitos shows e worksohops. O evento é todo gratuito. 


O festival deixa ainda mais gostoso o passeio!
Durante o dia, são diversos os roteiros. Na Polianna turismo  (pertinho da praça), são ofertados passeios acompanhados de guias e que podem ser feitos no carro da empresa. Os preços dos passeios variam de 90 reais o casal dois passeios em um dia a 130.  (tem um roteiro mais longo, para ver mirantes e as nascentes do rio capivari que é mais caro).

O complexo da Toca é formado pelas corredeiras da cachoeira da Toca e pelo poço do Coração. A caminhada até a cachoeira dura uns 5min e não apresenta nenhuma dificuldade. É uma delícia passar o dia lá, tomando um sol. Até o poço são mais 10min, também sem dificuldade. É cobrada taxa de visitação de R$8,00. No local tem uma pousada, camping e restaurante. O acesso é pela estrada, voltando para Itutinga, Logo depois da ponte é só virar a esquerda na estrada de terra (a direito é o Moinho).




 


Do outro lado da estrada, virando à direita depois da ponte, fica a cachoeira do Moinho. Seguindo a estrada uns 2km já se encontra uma porteira e uma placa indicando a trilha. A caminhada demora mais ou menos 15 min, sem muita dificuldade. Apenas no finalzinho, a descida até o poço, que é mais complicada. Essa é uma das mais altas e lindas da região!



 







De um lado da cidade você encontra os roteiros, Tira Prosa (mais poço canoa), Fumaça e Esmeraldas, Esses são bem sinalizados e podem ser visitados sem o acompanhamento de guia.
O mais perto é o Tira Prosa, que dá pra ir todo a pé rapidamente. 
O Fumaça (uns 3km de carro). A Fumaça não é própria pra banho. Segundo as placas que estão lá, o motivo é risco de morte, mas na verdade, a água não está própria por estar suja, o que é uma pena. O carro para do lado da cachoeira. São duas as quedas, uma logo abaixo da outra. 

 



Da Fumaça se avista a Véu da Noiva. Como a água desta vem de outro rio, é limpa, porém não é formado um bom poço pra banho e bate pouco sol. O acesso é fácil, basta atravessa o córrego da Fumaça e dá pra avista a trilha (10 min caminhada, o único dificultador é que tem que pular umas pedras ao logo do rio).


 


Depois da Fumaça uns 6km, chega a Esmeralda. O carro fica em um restaurante que serve petiscos, bebidas e refeição (vinte reais). Do restaurante já se avista as corredeiras das Borboletas. A caminhada é curta e fácil até as Borboletas. De lá são mais uns 10 minutos até a Esmeralda e apenas no finalzinho tem um trecho mais complicado, por ser ao longo do rio. No meio do caminho fica o poço Dois Irmãos e outros lugares para banho.

 
 



Do outro lado da cidade ficam os outros roteiros, Alguns, só podem ser visitados com guia, como o Grão Mogol, o Santa Inês, o das Onças e o das Nascentes. Outro dá pra fazer sozinho, mas o guia enriquece o passeio, levando as pessoas em locais não sinalizados ou de difícil acesso.

O complexo da Zilda (12 km de terra) é simplesmente imperdível! Sozinho dá pra ir tranquilo, mas o guia até o outro lado do Racha da Zilda, a pinturas rupestres e outras corredeiras.

O escorregador é o lugar de acesso mais tranquilo. Caminhada de 5 minutos! O local tem um camping e um restaurante delicioso! A refeição é 15 reais e a Silvana, proprietária, super simpática. É bom reservar o almoço logo ao chegar, para estar prontinho no final do passeio. Além da refeição, são servidas porções e bebidas. É cobrada taxa de visitação no valor de 3 reais por pessoa.


 


Do lado direito do complexo fica a Zilda I. Também há no local um restaurante e não é cobrada taxa de visitação. O primeiro ponto pra banho é a cachoeira do Indio, quase do lado do restaurante.


Para a Zilda I é preciso atravessar o córrego do Índio, o que é um pouco escorregadio e difícil de não molhas os pés. Depois do Índio são mais uns 10 minutos de caminhada tranquila, nova travessia complicadinha já no alto da queda d'água e uma descida até a a prainha e parte baixa da queda d'água. Seguindo a estradinha que leva para a parte baixa ficam outras corredeiras.
O visual é quase inacreditável!


 







Atrás do acesso para a Zilda I está a entrada para o Racha da Zilda ou Zilda II. É cobrada taxa de 15 reais, e vale cada centavo. No lugar fica o receptivo Vale da Zilda (35 99805 5633 ou 99932 1827 Leandra e Luiz) onde são alugadas suítes, chalés e servidos lanches e bebidas (durante temporada que o bar funciona). Luiz é o fiscal e guia e cuida da trilha, mantendo-a sinalizada. Por se tratar de uma hidro trilha, o acesso não é fácil... logo no início é preciso atravessar o rio por uma corda. São mais ou menos 40 minutos pelo rio até o Racha da Zilda e para atravessá-lo é obrigatório guia, pois são usadas cordas e é bem perigoso. Mas mesmo sem guia, vale a pena conhecer o Racha de um lado só, marcado pelo encontro de dois rios, um vem de uma queda d'água e outro do canyon do racha e do poço sonrisal, de um azul lindo!
Ao longo da trilha existem muitos poços para banho e pequenas cachoeiras.




 

 







Dá pra alugar algumas casas perto da Zilda:
35  98821 0056 ou 99975 4571
35  99984 3745 ou 99219 6758
35  98841 7190 ou 99157 9933



 Conhecer Carrancas é se encantar com águas cor verde esmeralda, formações rochosas e a simplicidade do povo mineiro.

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